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Ibogaína: uma aliada no tratamento da dependência química


Já é sabido que a dependência química é uma patologia, porém com tratamento farmacológico de pouco impacto isoladamente. Os tratamentos seguem na linha da conscientização sobre a dependência, redução do sofrimento e prevenção de recaídas. Está em debate o uso da Ibogaína, cujo princípio ativo, presente na raiz de uma planta africana chamada Iboga, caracteriza-se por uma substância psicodélica que faz sonhar por 12 horas e é cada vez mais usada contra a dependência química.


Encontrada em alguns países como Camarões, Gabão, Congo, Angola e Guiné Equatorial, a Iboga é um arbusto, mas sua venda está proibida no Brasil. No entanto, a Anvisa autoriza sua compra após comprovação de receita médica, laudo médico e termo de responsabilidade firmado por médico e paciente.


Embora ainda careça de comprovação científica, a Ibogaína pode ser indicada para reduzir sintomas de dependência química em crack, cocaína, heroína, morfina e outras, eliminando a vontade de consumir as drogas. Apesar disso, muitas das aplicações dessa planta não estão cientificamente provadas e necessitam de mais estudos para comprovar a eficácia e a dose de segurança, pois já foram relatados efeitos adversos graves associados ao uso da substância. 


Sendo assim, o tratamento com Ibogaína é um procedimento médico e deve ser realizado em ambiente hospitalar, com acompanhamento médico-psiquiátrico e psicoterapêutico. A Clínica Vivere entende que o melhor caminho é seguir o cumprimento da Anvisa, com medicamentos testados e homologados.

Como o Espaço Vivere pode ajudar

O Espaço Vivere trabalha com um método de intervenção multiprofissional para lidar com o dependente químico dentro de uma rotina de tratamentos para a recuperação da saúde.